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Conto Erótico Gay – Me apaixonei pelo servente de pedreiro Part FINAL

Fui encontra-lo na saída do seu novo emprego, cujo endereço havia conseguido com um dos pedreiros da obra.
Ele ficou realmente surpreso com a minha aparição, mas estampou aquele sorriso que tanto me atraía no seu rosto.
Ofereci-lhe uma carona que foi aceita de imediato.
– Você sumiu, Du. Não queria lhe fazer nada de ruim, cara. A verdade é que senti muito a sua falta. O que houve? – perguntou-me sinceramente.
– Estou com um monte de trabalhos da faculdade. – respondi.
– Você sempre tirou isso de letra. Você não está mais a fim de ficar com um Zé ruela como eu? – insistiu.
– Nada disso, Jorge. – retruquei.
– Na verdade eu quero muito estar com você, Jorge – as últimas palavras já saíram entrecortadas pelo choro.
– Porra, Du. Estou me controlando há semanas com uma vontade enorme de comer esse teu cuzinho de novo, e você some desse jeito – vociferou zangado.
– É que eu pensei que você…
– Pois pensou errado! – exaltou-se. – Entendo os seus medos e respeito isso, mesmo tendo que fazer algum sacrifício. Inclusive a de ficar só na punheta todo esse tempo. – disse, mais condescendente.
– Você não merecia passar por isso. Eu sei que você é fogoso e cheio de necessidades. – falei, acariciando a coxa dele enquanto eu dirigia.
– É bom você ir tirando essa mão macia de perto do meu cacete. – seu bom humor estava de volta, junto com um brilho predador no olhar.
– Eu não me responsabilizo pelo que pode lhe acontecer. – completou
– Que caminho é esse que você está tomando? – indagou, ao constatar que ele não estava na rota que nos levaria até a casa dele ou a minha.
– Já está mais do que na hora de você matar a saudade, não acha? – eu lhe disse com safadeza.
– Nunca deixei de ser seu! – afirmei. – Mas confesso que estou sentindo muita falta de você. – provoquei.
– Eu sonhei todos os dias com essa sua bundona gostosa. Eu senti também a sua falta, Du – Ele me respondeu apertando o cacete.
– Pois não vai sentir mais. – disse eu, ao acessar a entrada de um motel que ficava no caminho.
Senti uma agitação tomando conta do meu corpo. Aquela cara de ‘vou te devorar’ me excitava a ponto de sentir o cuzinho se contorcer de tesão. Era a primeira vez que eu entrava num motel, o olhar curioso percorrendo cada detalhe da suíte, e a imaginação rolando solta, me faziam sentir um revolucionário dando vazão a seus desejos, ou um depravado libertino, satisfazendo seus caprichos aguçados por aquele antro de luxúria.
O Jorge também olhava aquilo tudo com a cara de surpresa de quem também vê algo pela primeira vez.

Esses beijos esfomeados, aquela energia e testosterona que ele transpirava, como um verdadeiro macho no cio, tinham o poder de me desnortear, de provocar um frenesi que percorria minha espinha, e fazia a musculatura da minha bunda se contrair e concentrar todo o calor naquela região. A mão dele entrou pelo cós do meu jeans e firmou a carne rija e morna das minhas nádegas entre seus dedos. Era sublime sentir aquela gana outra vez.

Eu o desejei dentro de mim, e meu olhar lânguido demonstrava minha vontade. Procurei por sua boca de sabor intenso e vigoroso, selando meus lábios aos dele, e deixando a saliva viril dele me invadir. Enfiei ambas as mãos por debaixo da camiseta dele e deslizei os dedos sobre o seu peito sentindo seus pelos macios, que arfava com a respiração acelerada. Senti que minha calça e minha cueca desciam pelas coxas, e que seus dedos procuravam pelo meu cuzinho enrugado no fundo do rego apertado. O desejo que percorria meu corpo era tão intenso que eu arrebitei a bunda para facilitar o seu acesso ao meu cu. A necessidade que eu tinha de tê-lo novamente estava estampada no meu rosto suplicante.
– Isso tudo é saudade de mim? – perguntou, como se estivesse prestes a fazer uma travessura.
– É. Quero você! – sussurrei em sua nuca.
– Eu também quero você! Quero tudo o que é meu, e você é meu. – murmurou, entre os dentes cerrados.

Ele abriu a braguilha e pegando minha mão, enfiou-a em sua virilha. Meus dedos se fecharam ao redor daquele caralho consistente, eu o tirei para fora, e me ajoelhei diante dele. Seus olhos se iluminaram com a devassidão que estava prestes a experimentar, e se fixaram em cada movimento que eu fazia para abocanhar aquela glande suculenta e úmida. Ao comprimir os lábios ao redor daquela jeba, e mover a língua, em círculos, ao redor da cabeçorra que estava na minha boca, ele soltou um bramido rouco de prazer. Eu me sentia poderoso e onipotente ao causar aquele prazer nele, e redobrei meu afinco e minha persistência. O cheiro másculo que vinha do sacão portentoso que balançava diante de mim me instigava. Ele saiu de dentro das calças e abriu mais as pernas, enquanto segurava minha cabeça para garantir que aquele prazer que estava sentindo não fosse interrompido. Meu olhar procurava o dele, enquanto a língua massageava seus testículos enormes. Os quadris dele se contraíram num movimento brusco que voltou a estocar a rola na minha garganta, e ao mesmo tempo em que um gemido gutural saia de sua boca, os jatos de porra enchiam a minha, que ávida e cuidadosamente, deglutia aquele néctar saboroso.
– Tesão do caralho! Que boca carinhosa e sedenta é essa? Lambe o leitinho do teu macho, lambe. – grunhiu satisfeito.
– Você é tão saboroso, senhor Jorge! – exclamei, após deixar aquela vara latejante completamente limpa.
– Sou, é? Tem mais um bocado para você provar. – segredou num quase sussurro.
Eu o acariciava debaixo da espuma densa que havia se formado na superfície da banheira de hidromassagem. Deslizava a ponta dos dedos pela nuca dele e depois beijava o caminho que meus dedos haviam percorrido. A água tépida nos envolvia com turbilhões que fluíam sobre a pele, como se fossem mãos invisíveis a aliciar nossos corpos.
Antes que a água da banheira esfriasse totalmente, eu comecei e enxugar os cabelos do Jorge em movimentos delicados e carinhosos. Ele cerrou os olhos e me puxou para junto dele. O pinto dele começou a endurecer assim que tocou minha pele molhada e quente. Eu me deitei na cama e o puxei por cima de mim, beijei-o intensa e demoradamente, antes de enlaçar minhas coxas ao redor de seus flancos e senti-lo distender minhas pregas e me penetrar com aquele falo grosso e urgente. Um ganido escapou entre meu arfar acelerado, e aquela dor aguda e pungente foi se aprofundando no meu ser. A musculatura anal retesada comprimia, num amor transbordante, aquela anatomia descomunal que ele ia inserindo lenta e progressivamente em mim. Eu me senti novamente pleno e recuperado, enquanto afagava suas costas.
– Eu te amo. Amo muito, muito. – gemi, erguendo minhas ancas de encontro a sua virilha, para sentir aquele homem ainda mais dentro de mim.
A luz do alvorecer começava a atravessar as nuvens ainda carregadas de um azul e cinza intensos quando deixamos o motel, do domingo preguiçoso. As avenidas pareciam mais largas devido ao pouco trânsito e, um ou outro atleta de fim de semana, passava correndo pelas calçadas vazias. Aquelas cenas contrastavam com o que eu sentia por dentro. Eu estava preenchido, encharcado, com a essência daquele homem que a pouco fazia parte de mim mesmo, e eu descobri que não saberia mais viver sem ele.
– Eu preciso de você. Não me deixe mais tanto tempo sem poder ter você. – disse, verbalizando o mesmo sentimento que me acometia.
– Não sei o que seria de mim se você não fizesse parte da minha vida. Acho que ela nunca seria tão plena e maravilhosa. – falei, afagando a implantação de seus cabelos na nuca.
– Isso me faz lembrar que precisamos encontrar um lugar só nosso. Não quero mais me privar de ficar com você, de precisar depender de datas, lugares e horários marcados com antecedência. – argumentou.
– Assim que a casa ficar pronta, meus pais vão mobiliar um apartamento, menor do que o que moramos hoje, mas que vai servir justamente para esses momentos em que um lugar mais próximo do centro de São Paulo seja necessário. Podemos usar aquele espaço. – retruquei.
– Quero algo meu, mesmo que pequeno. Agora conto com a grana do meu emprego, dá para ter algo sem luxos, mas aconchegante. Ainda mais se você estiver comigo. – aquelas palavras carregavam uma promessa.

Decorridos dezoito meses daquela primavera que havia enchido de cores as árvores do condomínio, a casa recebeu nossa mudança. Eu ensaiava uma maneira de dizer aos meus pais que aquele quarto cuidadosamente planejado e decorado, não seria ocupado por muito tempo. Que eu decidira morar com o Jorge, e que aquilo significava muito além de uma mera mudança de endereço, que aquilo significava partilhar nosso amor e deixar nossas famílias cientes disso.

Esperávamos contestações, negativas enfurecidas, indignações e reprimendas morais, mas nada disso aconteceu. Acho que o espaço que cada um construiu na família do outro, falou mais alto na hora de nos prevenir das dificuldades que talvez fossemos enfrentar. Eu continuo minha faculdade e o Jorge está sendo sondado pelo chefe direto, quanto a um cargo melhor e, nosso cantinho, reflete cada dia mais, a felicidade que preenche nossas vidas.

FIM!

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