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Conto erótico gay – Manjando a rola do cafuçu na van

Ontem fui numa festa de rua que teve perto ali da Lapa, no Centro. Peguei o ônibus sozinho e me encontrei com amigos lá. Foi uma festa aberta, então teve muita gente diferente e de todo lugar. O clima ficou gostosinho, deu pra sarrar gostoso e beber até ficar no grau. A hora voou e logo cada um segui pra um canto, como sempre. Do mesmo caminho de onde vim, comecei a retornar sozinho, passando por trás da igreja da Candelária parando no ponto final das vãs e ônibus que sobem pra Campo Grande. Apesar dos bons momentos na festa, ainda sentia um desejo de terminar a noite fazendo alguma putaria. Foi nesse exato momento que ele apareceu.

– Eu preciso te ter!

De pé na fila da condução, olhei pra trás e o vi chegando. Era um tipo saliente de macho de rua. Estava sem blusa, revelando começo da barriga de chope que todo safado passa a ter depois de um tempo, uma calça azul de algum uniforme com uma mala solta toda marcada, chinelos e a camisa do flamengo jogada pelo ombro. Moreno, cabelo curto e cara de canastrão, do tipo braçudo, com alguma coisa tatuada no braço. Fiquei na dúvida se era ou não um cafuçu dos bons, mas foi só olhar novamente pro volume do bicho solto entre as pernas troncudas que a boca encheu d’água e o cuzinho deu aquela primeira piscada, acordando. Não tem confirmação maior de que se está na presença de um puto canalha.

– Meu fechamento é você!

O gostoso veio cantando e parou exatamente atrás de mim, passando a ser o último da fila. Continuou entoando a música e quando percebeu que todos o observavam, evitou a parte explícita da letra.

– Que vontade de comer.. paçoca!

O jeito solto de macho que acabou de sair do trampo e está feliz porque vai passar no puteiro e ficar leve me seduziu por completo. O bom desse tipo piranho é que facilmente reconhece o cheiro de cu que pisca por causa dele, reconhecendo logo um viado. Dei aquela empinada proposital e o safado secou minha raba na cara de pau, tornando a cantar.

– Eu preciso te comer, paçoca!

Deu um sorriso cafajeste de canto de boca e alisou o queixo, como se acabasse de encontrar o que faltava. Aquela pegada no caralho por cima da roupa e me olhou. Nossos sinais foram dados e ambos perceberam. Me animei, é claro, mas logo a fila passou a andar e nos movemos.

Por sorte, sentei no banco do canto, no lugar à frente de onde o macho que me interessava sentou. Passamos o começo da viagem assim, eu só olhando pro vidro e observando seu reflexo. Às vezes via o puto me olhar de volta, mas não tinha como passar disso. Num determinado momento percebi que o safado pegou no sono e perdi completamente as esperanças. Em seguida tornou a acordar e, pra minha felicidade, despreguiçou-se jogando os braços pra cima, me dando visão totalmente pecaminosa dos sovacos de macho que ainda está com o suor impregnado no corpo por causa do serviço braçal. Podia sentir de longe o cheiro de bicho que desperta, talvez até com o pau querendo liberdade da calça apertada. Aproveitava todas as oportunidades de observar aquele homem pelo vidro, até a hora que ele pôs o braço pra fora e senti uma leve cutucada de sua perna nas costas do meu banco.

– Foi mal.

– Nada, amigo.

Ele fez cara de desconfiado depois da minha resposta e isso encerrou nossas interações. Mas foi aí que senti que o que havia esbarrado em mim ainda me cutucava sob o banco, sem saber se era proposital ou não. O coração disparou por causa dessa dúvida, mas o cafuçu sequer me dava bola. A van começou a esvaziar e eu passei pro assento ao lado assim que tive a chance, só pra ver no que aquilo ia dar. Não é que o piranho também mudou de posição e tornou a cutucar meu cuzinho? Não agüentei com aquela ousadia e virei pra trás, mas o puto ainda não me olhava, dando apenas um sorrisinho cínico de quem apronta e olha pro lado pra disfarçar. Virei pra frente e novamente veio a cutucada, agora virei e o encarei por um tempo. O sem vergonha começou a rir sozinho na parte de trás da van, com os braços jogados por detrás da cabeceira dos outros assentos e os sovacos deliciosos pra fora, ainda sem vestir a blusa do flamengo jogada pelo ombro.

– Qual foi, meu irmão? – falou baixinho.

Na parte da frente, só o motorista entretido com o jogo de futebol no rádio.

Dei uma secada na cara de pau e o puto desceu uma mão e encheu na mala. Mesmo com o pouco espaço pras pernas, ele conseguiu esticá-las por debaixo do assento e continuou se bolinando sem o menor pudor, enfiando o mãozão já por dentro do elástico da calça azul e punhetando.

– Vai demorar muito, viado?

Não perdi tempo. Silenciosamente, pra não despertar a atenção do motorista, passei pra parte de trás da condução e fiquei no canto, entre ele e a janela. Comecei a punhetá-lo por cima da calça, enquanto ele voltou a ficar na mesma posição relaxada de antes, com os braços por cima das poltronas. Botei o pau pra fora e percebi que o puto tava sem cueca, além de ter babado parte da calça.

– Piroca babona, é?

Ri e ele nem aí. Agachei e senti de perto o cheiro de macho que deu várias mijadas durante o dia, me deixando inebriado. Ele percebeu que eu ainda não havia começado a mamar e forçou meu rosto contra a piroca, sem dar tempo de reação.

– Chupa logo essa porra, tá com nojo?

O gosto salgado era maravilhoso. A cabeça ainda meia bomba tomava conta da minha boca e crescia com o arrastar da minha língua, arrancando os primeiros gemidos baixos daquele macho puto e safado. Apesar de no começo me forçar, logo me deu controle, deixando espaço para que eu mostrasse o que sei. No fundo o pilantra queria era dar uma boa leitada e arranjou uma ótima oportunidade comigo ali, eu não tinha do que reclamar.

Fiquei um bom tempo mamando e aproveitando os solavancos que a van dava pela Avenida Brasil pra poder forçar ainda mais a rola na garganta, imerso naquela mistura de cheiro do suor, saliva, gosto salgado de piru de macho trabalhador e baba. Um calor proveniente da putaria que me fazia suar como uma porca, mas melhor impossível. Completamente ereto, o pau dele não era tão grande, mas era grosso e me fazia sentir com os beiços arreganhados pra passar tudo. Era uma sensação única de prazer e luxúria, vaidade, sequer sabia o nome do filho da puta e não o conhecia há mais de uma hora, mas já tava sentindo o gosto do caralho dele, me saciando com tudo aquilo. Ele, por sua vez, tinha se abaixado um pouco no banco pro motorista não conseguir ver as caras e bocas que fazia de tanto prazer oral que recebia, a ponto de puxar meu cabelo pra conduzir parte dos movimentos e encher minha cara de tapas.

– Sabia que ia leitar um viadinho!

Me dava tapas e arrastava as bolas na minha cara.

– Vai pra casa com cheiro de saco de macho.

Eu adorava, parecia surreal.

– Vai deixar eu gozar na cara?

E mais tapa.

– Depende. – respondi.

Ele pareceu surpreso. Ainda estava com o caralho na boca e o observando de baixo, olho no olho.

– Depende de que, viado?

Quando fui explicar, ele me segurou e atolou toda a pica de uma vez na minha goela a baixo, deixando só o saco de fora batendo no meu queixo. Engasguei e comecei a tossir, mas o puto tampou minhas narinas e não consegui nem tomar ar e nem fazer qualquer barulho, permanecendo imóvel e ao seu controle, com uma cabeça nervosa forçando minha garganta.

– Não entendi, viado. – o safado ria. – Repete aí.

Comecei a sentir o ar faltar e aí ele me liberou, jogando as mãos pra trás da cabeça e fechando novamente os olhos, como quem não liga pra nada.

– Depende disso.

Fui lambendo seu corpo até a barriga, sentindo o gosto salgado de suor do dia de trabalho. Da barriga, subi pelo peitoral e alcancei os sovacos que tanto me chamavam a atenção. De cara, o verdadeiro cheiro de Adão, concebido pra ser corrompido na primeira oportunidade que tivesse de fazer outro homem submeter-se a ele, ao seu corpo, seu cheiro de bicho sedento, seu quadril imponente de vontades e o ego inflado, como sempre. A posse maligna do homem e seu desejo sexual, aos quais eu também estava submetido, caso contrário não estaria ali ajoelhado no tapete da van com o piru de um estranho desconhecido na boca. Senti o gosto maravilhoso de suor e abocanhei de vez as axilas, sugando o gosto impregnado de macho. Senti a mão do puto travar minha cabeça por trás e conduzir meus movimentos.

– Viado gosta do cheiro de macho, né? Cheira aqui, toma!

Forçava cada vez mais meu nariz, me levando de uma axila à outra, e eu enchendo tudo de baba. Na boca o gosto meio azedo do suor, um dos orvalhos do homem.

– Cheira aqui, filha da puta.

Me pôs meio que deitado no chão, encolhido, e cobriu meu rosto com os pés, tocando uma punheta afoita.

– Lambe essa porra aí, anda.

Comecei a lamber e chupar como puto, enchendo a boca com mais gosto de suor salgado. Na posição onde estava, não tinha muito o que fazer, mas ainda assim chupei como pude os dedos.

– Bota a língua pra fora.

Obedeci e o puto deu duas cuspidas certeiras, passando as solas de cada um dos pés em seguida, eu com o rosto só parado e a boca aberta.

– Assim!

Abriu minha boca com as mãos, como se eu fizesse uma careta, e enfiou um dos pés até onde conseguiu. Não cheguei a engasgar, mas sentia um nervosinho gostoso pela situação de estar em movimento e de poder ser pego.

– Vem aqui que eu já vou descer, viado!

O puto não tinha parado de se punhetar e à essa altura tava pra gozar. Botou meu rosto parado na frente da piroca, com as pernas abertas, e foi enfiando os dedos salgados na minha boca. Parecia que todo o corpo daquele macho possuía o mesmo gosto e cheiro, isso mexia comigo.

– Vou sujar essa cara de porra, viado!

– Suja, vai!

– É o que tu quer, né?

– É!

– Fala pra mim!

– É o que eu quero.

Esticou o corpo e, num solavanco, começou a esporrar. Tentei tomar tudo, mas não deu, o sacolejo da van não ajudou e o puto tava com pressa. Foram três leitadas no rosto e duas na língua, bem quente. Sem mais nem menos, o safado botou a piroca meia bomba pra dentro e se agitou rápido no banco.

– Calma aê, piloto!

Ajeitou a mochila nas costas e saiu.

– Fé em Deus, tamo junto piloto!

Eu nem sabia o nome do filho da puta.

AUTOR: André Martins

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